As festas e bloquinhos de rua no Carnaval costumam reunir milhares de pessoas nos meses de fevereiro e março.
Nesses ambientes, a atenção precisa ser redobrada, em especial devido ao histórico de furtos e roubos de celulares, que resultam no acesso indevido a informações privadas e contas bancárias.
Em meio às grandes concentrações, criminosos aproveitam para furtar celulares e contam com a distração das pessoas no momento dos pagamentos com cartão.
Confira os golpes mais comuns e como se proteger neste Caranval.
Golpe da maquininha
Um dos golpes mais comuns em lugares de grandes concentrações é o chamado “golpe da maquininha”.
Nele, criminosos que atuam como vendedores observam a digitação da senha e, ao devolverem o cartão, fazem a troca sem que a vítima perceba. Com o cartão e a senha em mãos, eles realizam compras indevidas.
Para se proteger deste golpe, verifique sempre o visor do campo de senha ao usar uma maquininha de cartão. Além de ter que exibir apenas asteriscos, o display do equipamento não pode estar danificado.
Outro ponto essencial é inserir pessoalmente o cartão na máquina e confirmar se o cartão devolvido é realmente o seu. Você pode usar alguma forma de personalização, como um adesivo, por exemplo, para não se enganar.
A Febraban, a Federação Brasileira de Bancos, também recomenda ajustar os limites do Pix e do cartão de crédito antes de sair de casa para valores que serão usados na festa.
Outra dica é solicitar, após a compra, o comprovante impresso da transação ou verificar no aplicativo do banco se o valor debitado está correto.
Furto e roubo de celulares
Além do "golpe das maquininhas", grandes concentrações de pessoas também contribuem para roubos e furtos de celulares.
Segundo a Febraban, o cliente pode baixar o aplicativo Celular Seguro, do Ministério da Justiça, feito em parceria com a Febraban e Anatel, que permite que um celular perdido, furtado ou roubado seja bloqueado de maneira rápida.
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