Golpes digitais envolvendo o uso indevido de marcas têm crescido no país. Segundo levantamento recente da empresa de proteção de marcas Branddi, o varejo é o setor com maior incidência de ataques, concentrando 40% das ocorrências analisadas.
Os setores financeiro e o de tecnologia aparecem na sequência, com 21% e 10%, respectivamente.
Como funciona o golpe?
O criminoso faz contato por telefone, e-mail ou mensagem, se passando por representante de um banco conhecido e respeitável.
Com um discurso persuasivo, ele tenta convencer o usuário a passar informações pessoais e confidenciais, como senhas, conta bancária e dados de cartão.
Muitas vezes, os golpistas fazem cópias perfeitas da identidade visual de lojas famosas e bancos para enganar as vítimas e vender produtos e serviços que nunca são entregues, como investimentos que prometem retornos elevados e instantâneos, mediante a transferência de um valor.
Como se prevenir
Primeiro, confira se a empresa tem site oficial e se os dados de contato são legítimos. Lembre-se: desconfie de ofertas que podem ser boas demais para serem verdade.
Antes de fornecer informações pessoais ou fazer compras online, verifique a URL do site. Na dúvida, entre em contato com a empresa por meio dos canais oficiais de comunicação.
E se cair no golpe?
Se você cair no golpe, procure a delegacia mais próxima ou registre um Boletim de Ocorrência Eletrônico.
Entre em contato com a empresa que teve sua marca usada indevidamente e reporte o golpe.
Fique atento a possíveis consequências do golpe, como roubo de identidade e tentativas de fraude. Relate qualquer atividade suspeita às autoridades.
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