O número de investidores que aplicam em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) mais que dobrou em 2025, somando 333,7 mil, ante 147,3 mil anteriormente. Os dados são da Anbima, a associação que regula o setor.
Nos últimos 12 meses encerrados em novembro, o número de contas de investidores em geral que aplicam em FIDCs subiu de 2,4 mil para 34,3 mil.
Já o número de contas de investidores qualificados, que já podiam alocar recursos no produto antes da Resolução CVM 175, passou de 97,8 mil para 239,7 mil, um aumento de 145,1%. O crescimento entre os investidores profissionais, por sua vez, foi de 55,2%, de 20,3 mil para 31,5 mil contas.
Investidores qualificados são aqueles que possuem pelo menos R$ 1 milhão em investimentos, enquanto os profissionais têm mais de R$ 10 milhões em aplicações financeiras.
“Os números mostram o avanço dos FIDCs no mercado, com aumento da base de investidores, volumes elevados de captação e expansão do patrimônio. Um sinal claro de consolidação e maior atratividade desse segmento”, avalia Carlos Miguel, head do ASA Empresas.
No período, o patrimônio líquido desses fundos subiu 22,5%, alcançando R$ 741,1 bilhões, enquanto o volume captado em ofertas de FIDCs totalizou R$ 90,1 bilhões.
Segundo a Anbima, a expectativa é de crescimento consistente da classe, impulsionada pela ampliação do uso de instrumentos de crédito estruturado, pela eficiência desses veículos na alocação de capital e pelo interesse crescente do varejo.
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