O investidor que busca aplicações de renda fixa em um contexto de Selic em dois dígitos agora pode encontrar um maior leque de opções na plataforma do ASA.
Com maior previsibilidade de retorno e prazos que se adequam ao perfil de risco do investidor, o ASA oferece ativos com alta liquidez e retorno de até 110% do CDI. É o caso de CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e LFs (Letras Financeiras).
No que diz respeito aos CDBs, a rentabilidade mais comum é a pós-fixada, atrelada ao principal benchmark de renda fixa, o CDI. A tributação é regressiva, isto é, a alíquota do Imposto de Renda vai de 22,5% a 15% a depender do período de aplicação.
Vale lembrar que os CDBs têm garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para investidores pessoas físicas, com o limite de até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira, sendo até R$ 1 milhão pelo período e quatro anos.
Já as LFs têm como estratégia um investimento de longo prazo e exigem valor mínimo de aplicação maior, de R$ 50 mil. Elas oferecem menor alíquota de IR (15%) e alta rentabilidade. Não contam, contudo, com a proteção do FGC.
Em agosto, o ASA obteve, junto ao Banco Central, a licença de Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento, permitindo a ampliação do portfólio de investimentos com produtos de renda fixa.“É mais um passo relevante no plano estratégico de crescimento do ASA, com foco na ampliação do portfólio de produtos e na expansão da marca”, informa a companhia.